RADIOFREQUÊNCIA

01/08/2020


A radiofreqüência é um recurso terapêutico utilizado para reabilitação seja ela estética ou funcional. É uma técnica segura, indolor, e que possui poucas contra indicações.


O efeito térmico da Radiofrequência

O aparelho de radiofreqüência na modalidade capacitiva promove a elevação da temperatura tecidual de maneira NÃO ablativa, ou seja, SEM agredir os tecidos gerando um aquecimento controlado que desencadeia diversos efeitos fisiológicos. Esse aquecimento acontece através da emissão de correntes elétricas de alta freqüência quando é feito o deslizamento da ponteira do aparelho em contato com a pele. Pode ser utilizada em todos os fototipos de pele (branca, morena ou negra), na região da face e no corpo.

Para compreender os efeitos térmicos que a radiofreqüência produz no organismo primeiramente precisamos ter um mínimo conhecimento da função de algumas estruturas: Resumidamente, o colágeno é uma proteína abundante no nosso corpo, está presente na pele, tendões, cartilagens, ligamentos, músculos e ossos, sua principal função é dar resistência e elasticidade a essas estruturas evitando lesões. A elastina é a principal proteína constituinte das fibras elásticas do organismo, como ligamentos, tendões e as paredes arteriais. Essas duas proteínas são produzidas pelos fibroblastos.


Os principais efeitos biológicos da elevação da temperatura tecidual são:

- Vasodilatação - Aumento do fluxo sanguíneo e linfático, e do metabolismo local

- Desnaturação do colágeno - A desnaturação gera uma contração imediata das fibras que irá causar uma inflamação aguda ativando os fibroblastos, iniciando o processo de neocolagenogênese e neoelastogênese (produção de colágeno e elastina). Ocorre também uma reorganização/realinhamento dessas fibras tornando o tecido mais maleável. 

O efeito desejado irá depender da temperatura a ser alcançada e do tempo de aplicação.


Indicações da Radiofrequência


- Flacidez cutânea facial e corporal

- Redução das rugas de expressão (efeito lifting) 

- Gordura localizada

- Celulite (graus I, II, III)

- Incontinência Urinária

- Incontinência Anal

- Fissuras

- Cicatriz / Aderência / Fibrose

- Dor Perineal

- Flacidez em grandes lábios

- Frouxidão vaginal - "vagina larga"

- Redução do coxim gorduroso em monte púbico

- Hipertonia muscular (vaginismo, anismo)

- Dispareunia (dor na relação sexual)

- Síndrome de Peyronie


Radiofreqüência na Incontinência Urinária

A incontinência urinária de esforço é a perda involuntária que ocorre quando há um aumento de pressão intra abdominal, ao tossir, espirrar, correr, pular, etc. Um dos mecanismos responsáveis por esse sintoma é a redução do colágeno nas paredes da uretra e por isso a radiofreqüência vem sendo oferecida como alternativa. Ela é um excelente coadjuvante, um recurso que auxilia no tratamento fisioterapêutico promovendo a redução dos sintomas. Mas a depender do quadro clínico do paciente, do grau de incontinência, da integridade das extruturas e da funcionalidade muscular, ela sozinha não consegue resolver totalmente a perda urinária. Os estudos apontam Treino dos Músculos do Assoalho Pélvico como 1ª. linha de tratamento e prevenção para essa disfunção!

Quer saber mais? Acesse a aba de estética íntima e leia sobre a aplicação da radiofrequencia na região genital.


Viviane Ferraz Monteiro - Doctoralia.com.br
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